Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

MInsane :: Official Madonna Fan Club/Brasil

Álbuns

The Immaculate Collection

MInsane

O melhor do anos 90. A coletânea mais vendida de todos os tempos.

Produção: Madonna, Patrick Leonard, Stephen Bray e Shep Pettibone
Data de Lançamento:13 de novembro de 1990
Vendagem no Brasil:900 Mil cópias
Vendagem no Mundo: 22 Milhões de cópias - 10x platina
Pico na Billboard: 2º lugar
Total de Semanas na Parada: 141

Review

MInsaneThe goddes of the nineties.

Essa frase, tirada do encarte do álbum, diz tudo sobre a segunda coletânea de Madonna. Em 17 faixas, sendo duas inéditas, ficava claro a evolução musical da cantora, tanto na musicalidade quanto nas letras, que foram ganhando consistência no decorrer dos anos.

Immacullate foi um grande sucesso e deixou claro que o reinado da música pop seria dela por muito tempo.

Vale um destaque especial para Justify My Love e Rescue Me que mostravam uma Madonna procurando novos caminhos musicais. Justify My Love, com participação do cantor Lenny Kravitz, rendeu muita polêmica por causa do seu clipe, que foi proibído pela MTV, e acabou sendo lançado em vídeo - o primeiro video single da história da música e até hoje o mais bem sucedido de todos

Coletânea de 17 sucessos da Madonna. Like A Prayer e Express Yourself aparecem remixadas. E também a a inclusão de Crazy For You, até então inédita nos álbuns da Madonna. Holiday e Crazy For You foram relançadas novamente como single.

A seguir, a tradução do encarte do cd:madonna

[página 3]

A mais bacana Rainha da Ferveção”...
“Uma combinação escandalosa de Little Orphan Annie, Margaret Thatcher e Mae West”…
“Narcisista, rebelde, cômica....a Deusa dos Anos Noventa...

E esta é só a ponta do iceberg do que vem sendo dito sobre Madonna desde que ela surgiu em 1983. Provavelmente, a pilha completa de jornais formaria um volume de reciclável capaz de manter intacto o resto da Floresta Amazônica por vários meses. Além de toda a tinta e dos encartes, na sua maioria, que vem se dedicando a escrever sobre como ela se veste, se comporta [página 4] e conduz sua vida pessoal. Uma reportagem da TIME de tirar o fôlego, por exemplo, dedicou quatro páginas à respostas de Madonna à 22 tópicos escolhidos por eles – todos iam da Fama à Feminilidade passando pelos Pais, Virgindade, Catolicismo e Intimidades.

MadonnaAparentemente, os editores da TIME não pensaram que alguém se interessaria em ler o que Madonna tinha a dizer sobre sua especialidade, a coisa mais importante que ela faz: Música.Nos anos seguintes, o alarde sensacionalista continuou contribuindo para ocultar a música de Madonna.
É fácil esquecer que antes de seus hits se tornarem fenômenos, eles eram ótimos registros, melhores que qualquer outro hit pop, tinham pegada, e literalmente sacudiam o mundo.

Reuni tudo num lugar e ouvi incessantemente aqueles discos que 1) documentam a carreira musical em progresso de uma artista com uma capacidade incomum para o crescimento e mudança, e 2) soam tão bons quanto, e muitas vezes até melhores do que antes.

A festa começou oficialmente em Outubro de 1982, quando a Sire Records [atual Warner Music] lançou um compacto 12” de “Everybody” (aqueles que vêem Madonna como aquela que se auto-promove poderiam ficar surpresos ao constatar que sua foto não aparece na capa do primeiro disco.)

Não demorou mais que um ano para que Madonna realmente “estourasse” com a alegre “Holiday”. O Cougar e o Culture Club eram apimentados, The Police e Abba eram mais refrescantes, e o casamento da New Wave com a Disco Music foi orquestrado pelos England’s New Romanics, que eram mais rock. Sobre essa cena estouraram duas gravações que, de um modo geral, convencionou-se chamar de Dance Music: “Let The Music Play”, de Shannon, e “Holiday”. A fórmula invadiu todos os lugares em vários ritmos mais secos, ou depois em batidas mais simples – suaves, porém vigorosas – com doçura melódica e uma “garota” enviando alegremente convites para festas (“Everybody spread the word…we’re gonna have a celebration”/ “Todo mundo espalhe a notícia... Nós vamos fazer uma comemoração”). Cada batida do sintetizador soa como um refrescante tributo à Fonte da Juventude, e a garota sexy e cheia de si mesma, nos chama para “relaxar um dia na vida” porque nós precisamos comemorar, “Oh yeah, oh yeah”. É um pop irresistível e, sem dúvida, uma das músicas vamos-nos-jogar mais persuasivas já cantadas. “Holiday” e a série de clássicos dance de Madonna que sucederam – como as vigorosas de 1984, “Lucky Star” e “Borderline” (em décimo, seu último single não entra no Top Five), e em 1985 o compacto 12” “Into the Groove” – na prática, definiram o som que surgia nos anos oitenta.Madonna

Era a música negra, com roupagem mais bem produzida e fisicamente atrativa. “Star”, “Groove”, “Dress You Up” e o resto forçaram as rádios a desenvolverem um novo formato para abrigá-las (Rádio “Hot” ou “Power”, dependendo de onde você ouvisse). Assim como a “Power” surgiu, a chegada de cada nova [página 6] hitmaker da Dance Music aumentava as expectativas do público sobre a mais promissora e poderosa do gênero: o que Madonna faria a seguir?

Seu primeiro Single Número Um gemeu na terceira semana de novembro de 1984 e gerando uma resposta equivocada. “Like a Virgin” chocou alguns, intrigou outros, e fez um sucesso pop tão esmagador  quanto os outros  (seis semanas no topo) e que acirrou a concorrência e as discussões.
A partir desse singelo single “novinho em folha”, os recordes de Madonna superariam todas as expectativas, inclusive quebrando seus recordes anteriores. Como em “Material Girl”. A contagiante batida neo-Blue não se assemelhava, até então, a nenhuma outra música de Madonna. Aqui, ela aparece empetecada e auto-confiante, portanto fascinantemente irreconhecível. O que provavelmente explica o intenso furor que o disco causou já com esse hit (pode ser considerado mais debochado que “Short People”, de Randy Newman, lançado alguns anos antes). O que faz de “Material Girl” algo tão contraditório? Isso qualquer um adivinha, mas nós devemos notar que no terceiro verso ela atribui sua riqueza à “experiência”, e que o fim justifica os meios - para ser mais popular: Seduzir os Caras (“para depois eles virem atrás de mim”). Para arrematar: quando ela cantarola “That’s right!” e “No way” no segundo e quarto versos, a voz parece assustadoramente com Lou Christie em “Two faces Have I” (1963).

MadonnaA duvidosa música seguinte a “Material”, a balada de VISION QUEST, “Crazy For You”, que Madonna cuidou com uma delicadeza excepcional e com uma pitada de country, precedeu um quarteto inovador de singles cantados de forma radiante no seu subestimado álbum TRUE BLUE, de 1986. Ela acertou a mão ao escrever quatro faixas completamente distintas. “La Isla Bonita” é mais leve e melancólica, enquanto “Open Your Heart” é firme e determinada. Ambas engrenadas por refrões formidáveis, a primeira, enchendo e vazando como uma maré tropical, a segunda, direcionada como uma chuva forte: “Não tente correr” ela avisa ao indiferente garoto de seus sonhos, “Eu posso te alcançar...”. Enquanto a majestosa “Like A Prayer” nem sonhava em nascer, “Papa Don’t Preach” certamente estava no topo como uma das interpretações mais dramáticas de Madonna. Rapidamente, ela torna a música popular – explorando o conteúdo – de uma maneira quase inacreditável, um ano antes. Uma nova maturidade fica evidente em "Live To Tell". Sua voz, cheia de angústia e saudosismo, se arrasta completamente pelo arranjo de cordas sintetizadas e dos solos de guitarra, descobrindo, e escondendo segredos. "…Que queimarão dentro de mim…" Quase dois anos passam entre "Who's That Girl", de 1987, e os três hits de LIKE A PRAYER.

O álbum, que a crítica não hesitou  Madonna[página 7]  em proclamar como o mais pessoal, até “confessional”, e rendeu mais surpresas – primeiro um confronto direto com o Catolicismo e um retorno às suas origens R&B. A faixa-título não se apropria somente de símbolos religiosos: os versos, a entrega apaixonada de Madonna, na verdade, tem um tom espiritual, sustentado por um sussurro que aguarda a invasão do som. Que vem atropelando. Somente Madonna e o co-autor Patrick Leonard sabem se o tema da música é a força redentora do amor ou do Espírito Santo, ou ambos (assista ao vídeo). De qualquer forma, “Like A Prayer” te leva até lá.
Madonna chamou de “Express Yourself” um tributo a Sly & The Family Stone, e este é seguramente o seu mais profundo mergulho soul desde “Lucky Star”. “Você não precisa de anéis de diamante/ Ou ouro 18 quilates”, canta aquela que já foi garota materialista, recomendando franqueza e auto-estima (“Não aceite o segundo lugar, baby”) como sendo os melhores investimentos. “Cherish”, o terceiro single de LIKE A PRAYER, é um leve balanço. Mérito da voz iluminada de Madonna e da letra apaixonada. As Shirelles e os Chiffons nunca formaram um casal tão belo quanto “Romeu e Julieta/ Nunca se sentiram assim, eu aposto”. Um verdadeiro bálsamo, “Cherish” seguiu em frente como se tivesse o poder de amolecer o mais duro dos corações. Se houver um sucessor de YOU CAN DANCE (a discreta coletânea dançante de Madonna, de 1987), “Cherish” estará presente, tocando eternamente, num girar sem fim, amém.

MadonnaNo início, a elegante “Vogue”, sua mais recente Número Um, fecharia esta coletânea. Claro que ela está aqui: a notável faixa da dança-pose ainda inspira imitações musicais (e em vídeo), e nesse momento em que estou escrevendo. Finalizando, o álbum fecha com duas gravações inéditas de Madonna, a sombria e a poética “Rescue Me” e “Justify My Love”.  A inclusão delas é a maior prova de que o interesse de Madonna não está no que aconteceu, mas particularmente no que está acontecendo. Shep Pettibone, colaborador em “Vogue”, co-escreveu “Rescue Me”. O cantor e compositor Lenny Kravitz foi parceiro de Madonna em “Justify My Love”. Fazer uma revisão sobre a coleção de hits de Madonna é, no mínimo, um negócio arriscado. Como nenhuma outra cantora (compositora ou produtora) da história recente, ela continua a ter um total compromisso de nunca ficar parada num lugar. A experiência de honrar esse compromisso fez a Garota Materialista ficar “rica”. E também enriqueceu a música popular como um todo – impondo novos limites, quebrando preconceitos sobre o que pode ser dito e qual a melhor forma, essa é a sensação que a música dela provoca, música cheia de alegria incontida que ela sabe fazer. Esse é um dos segredos que ela jamais será capaz de guardar.– GENE SCULATTI, 1990*

[página 15]
Este álbum é dedicado ao “Papa”, minha inspiração divina.

Tradução: Átila Oliveira e Iara Pereira.

Créditos

Você sabia...

que a capa do CD traria uma foto da Madonna, como é no DVD?

Mas ela optou por não colocar, pois se achou muito parecida com Mike Tyson.

Faixa 16 escrita e producida por Lenny Kravitz
Faixa 17 escrita e producida por Madonna e Shep Pettibone

Madonna - Vocals - bckgr, Producer
Rob Mounsey - Arranger
Nile Rodgers - Producer
Reggie Lucas - Producer
Jellybean Benitez - Producer
John Benz - Producer
Andre Betts - Producer
Stephen Bray - Producer
Andy Cardenas - Engineer
David Domanich - Engineer
Lolly Grodner - Assistant Engineer
Henry Hirsch - Engineer
Goh Hotoda - Mixing
Michael Hutchinson - Mixing
Ted Jensen - Mastering
Patrick Leonard - Producer
P. Dennis Mitchell - Engineer
Joe Moskowitz - Programming
Shep Pettibone - Producer, Coordination, Mixing
Catherine Russell - Vocals - bckgr
Peter Schwartz - Keyboards, Programming
Dian Sorel - Vocals - bckgr
Lillias White - Vocals - bckgr
Freddy Demann - Management
Gene Sculatti - Liner Notes
Jeri Heiden - Art Direction, Design
Herb Ritts - Photography
John Heiden - Design
Craig Kostich - Executive Producer
Josh Cuervokas - Engineer
Curt Frasca - Assistant Engineer
John Partham - Assistant Engineer

Direção de Arte: Jeri Heiden
Design: Jeri Heiden e John Heiden
Fotografia: Herb Ritts

Faixas

Veja mais:

- Letras
- Vídeos
- Cifras
- Encartes
- Charts

01. Holiday
02. Lucky Star
03. Borderline
04. Like a Virgin
05. Material Girl
06. Crazy for You
07. Into the Groove
08. Live to Tell
09. Papa Don´t Preach
10. Open Your Heath
11. La isla Bonita
12. Like a Prayer
13. Express Yourself
14. Cherish
15. Vogue
16. Justify my Love
17. Rescue Me

Extras

extras Royal Box - edição limitada extras cd brasileiro

extras
Immaculate Collection parte-2
Em alguns países foram lançados o Collection 2, no Brasil há algumas lojas que o vendem. Se é oficial, não se sabe.

 

Singles

Justify My Love

single single Produzido por Lenny Kravitz, Andre Betts
Mixado por Shep Pettibone e Goh Hotoda.
Mix e Produção Adicional por Madonna, William Orbit.
Lançado em 1990
Pico no Hot 100 da Billboard: #1
Semanas na Billboard: #16
Certificação RIAA: 1x Platina

01. Justify My Love - q sound mix
02. Justify My Love - orbit12" mix
03. Justify My Love - hip hop mix
04. Express Yourself - shep's 'spressin' himself re-mix
05. Justify My love - the beast within mix

Rescue Me

single extras Produzido por Madonna e Shep Pettibone
Mixado por Shep Pettibone e Goh Hotoda.
Lançado em 1991
Pico no Hot 100 da Billboard: #9
Semanas na Billboard: #8
Certificação RIAA: Ouro

01. Rescue Me - single mix
02. Rescue Me - titanic vocal
03. Rescue Me - houseboat vocal
04. Rescue Me - lifeboat vocal
05. Rescue Me - s.o.s. mix

Crazy For You

single Relançado em 1991

01. Crazy For You - remix
02. Keep It Together- Pettibone remix
03. Into The Groove - Pettibone remix

The Holiday Collection - EP

single EP Lançado na Inglaterra em 1991

01. Holiday - album version
02. True Blue - album version
03. Who's That Girl - album version
04. Causing A Commotion - album version

 

 

 

 

 

fatos interessantes

sculatti- Gene Scullati tem um currículo extenso: foi escritor da revista Rolling Stones, colunista sobre música no Sacramento Bee; estudou cultura popular, trabalhou em rádio, na Warner Bros. Como diretor editorial, atuou na CBS [rede de televisão]; Escreveu vários livros e revistas sobre cultura popular e recentemente está envolvido com a loja de música virtual Itunes. Tem uma página na internet onde publica e fala sobre alguns dos seus trabalhos: http://genesculatti.com/.

sculattiEle cita alguns dos que já fez para a indústria fonográfica, inclusive o texto desse encarte do “The Immaculate Collection”.

Sire Records: .....Na época em que sua popularidade atingia o auge internacional, Madonna carecia de credibilidade como artista, que podia a longo prazo, perder sustentação [apoio] e venda de discos. Na sua primeira compilação de grandes hits, The Immaculate Collection, um extenso artigo foi incluído no encarte o qual examinou seu trabalho musicalmente e o colocou dentro da tradicional lista das 40 gravações clássicas [Top 40].

 

 

 

 



MInsane :: Madonna Official Fan Club / Brasil The Red ((design&web))